Agora derivada do Agile, chega a nova Montana

 

Num processo de renovação de linha, a General Motors do Brasil apresentou, este final de semana, a nova Montana. A picape pequena da marca, antes era derivada do Corsa e agora do Agile, conta com linhas muito atraentes e agressivas. A nova Montana chega inicialmente, apenas com uma opção de motorização, a 1,4 litro e um acabamento mais cuidado. Produzida no Brasil, ao contrario do Agile que é feito na Argentina, a nova Montana mostra uma tendência, de que a marca pode estar encerrando o ciclo vitorioso do Corsa, já que a Familia Viva, inclui, além do Agile e a Montana, pelo menos mais um sedan e uma mini van. Por conta da sua excelente aceitação, é possível que aobre apenas o Corsa Classic.

A nova Montana será comercializada em duas versões: a LS e a Sport, cada uma delas voltada para um tipo de utilização: trabalho e lazer.
A frente segue o padrão global da Chevrolet, com a grade do radiador secionada e faróis com um estilo único. A superfície lateral desprende-se, mais larga do para-choque dianteiro, envolvendo o side step (degrau lateral) – lembrando as picapes Heavy Duty americanas – até chegar às lanternas, enquanto a tampa traseira tem um pequeno desnível na parte superior, projetado para melhorar a visibilidade.

Mas, além do visual diferenciado, a nova picape trás uma serie de novidades como, piloto automático, computador de bordo, ar-condicionado com display digital e sensor crepuscular e mantém outras inovações da Montana anterior, como side step, degrau que facilita o acesso a caçamba. Outros equipamentos interessantes são: rádio AM/FM CD/MP3 com Bluetooth®, entrada USB a conectividade com Ipod®, além dos espelhos e vidros (este com aliviador de pressão) elétricos e fechamento automático das portas ao atingir os 15 km/h.

A Montana LS é a versão voltada para o trabalho e para o transporte de cargas. Na traseira uma nova suspensão, com molas e amortecedores especialmente desenvolvidos para o modelo,  a LS oferece a maior capacidade de carga do segmento, 758 quilos, a serem distribuídos em uma caçamba de 1.100 litros (1.180 sem o protetor de caçamba). Já a versão Sport, pelas suas características, é mais esportiva e voltada para o lazer. Em outras palavras: tem o conforto para o dia a dia e pode ser utilizada com elegância no lazer. Ambas as versões são equipadas com o motor 1.4 Econo.Flex, que possui um novo sistema de gerenciamento eletrônico totalmente desenvolvido pela General Motors no Brasil. Este motor gera 102 cv a 6.000 rpm e 13,5 kgf.m a 3.200 rpm quando abastecido com etanol e 97 cv e 13,2 kgf.m a 3.200 rpm, com gasolina.

 Visual

 A nova picape da Chevrolet é a maior da categoria, com 4,51 metros de comprimento, 1,70 metro de largura e 1,58 metro de altura. A capacidade de carga é de 758 quilos.

Sua frente segue o mesmo padrão global da Chevrolet, com a grade do radiador como um elemento trapezoidal secionada por uma barra, onde é aplicada a gravata dourada, símbolo da marca. A superfície lateral se desprende mais larga do para-choque dianteiro, envolvendo o side step (degrau lateral) até chegar às lanternas. Estas, por sinal, são verticais e possuem um desenho diferenciado, que dão percepção de que a picape cresceu na parte traseira. Como os faróis, as lanternas tiveram um tratamento especial denominado “Efeito Jóia”, ou seja, as peças são mais brilhantes e oferecem uma iluminação mais eficiente.

O teto da nova Montana tem um detalhe de design bastante interessante e que complementa o visual da cabine. Trata-se de uma elevação, que começa alguns centímetros após a junção do teto com o para-brisa e vai até a parte traseira da cabine encontrando-se com o brake-light (terceira luz de freio). Outro detalhe é o rack de teto, item de série para a versão Sport.

A caçamba possui uma iluminação direcional, graças ao brake-light, fixada na parte superior da cabine.  Já a tampa traseira da nova Montana tem um pequeno desnível na parte superior, projetado para melhorar a visibilidade traseira.

O para-choque traseiro do modelo é feito em chapa de aço – a nova Montana é a única picape de sua categoria que utiliza este material -, tornando-se mais resistente quando alguma pessoa precisa pisar neste compartimento para subir na caçamba e colocar ou retirar alguma carga. E para ajudar, ainda há um degrau traseiro que, além de compor o design, tem uma função muito importante também para facilitar o acesso à caçamba.

Internamente, a nova Montana tem um diferencial importante em relação às demais picapes do segmento: posição elevada de dirigir, graças ao ponto “H” mais alto. Para uma picape isso é fundamental, uma vez que aumenta a visibilidade dianteira e traseira.

A picape da Chevrolet também apresenta a nova tecnologia “embossed” dos bancos da cabine. Trata-se de uma gravação em baixo relevo para os tecidos, dando um aspecto mais aconchegante ao habitáculo. Essa tecnologia de confecção dos assentos traz mais “conforto visual”, requinte no acabamento e sofisticação, uma vez que dá uma visão tridimensional aos bancos.

O interior da picape da Chevrolet também se baseia no conceito do “dual cockpit” (dupla cabine, em português). É como se fossem dois ambientes num mesmo interior: o lado do motorista, mais técnico, focado na visibilidade e com os instrumentos a mão; e o lado do passageiro, onde se destaca o aspecto do lazer, com espaço maior para as pernas, e com os porta-objetos e recursos de entretenimento mais próximos. Apesar de serem dois ambientes, eles estão conectados pelo desenho do painel superior.

 Evolução da Chevrolet Montana

 2003 – Lançamento da Chevrolet Montana em uma versão e dois pacotes (Sport e Off-Road)

2004 – Lançamento da versão Conquest

2007 – Disponibilidade de motor 1.4 Econo.Flex para a versão Conquest e motor 1.8 Flexpower para a versão Sport (junho); lançamento da Montana Combo, um furgão (dezembro)

2009 – Lançamento das versões Arena e Sport, com motor 1.4 Econo.Flex

2010 – Lançamento da nova Montana


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