Fiat 500 Abarth – Tamanho é documento sim!

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Assim como a BMW tem a sua marca esportiva, a Motorsport, e a Mercedes- Benz a AMG, a Fiat tem a Abarth. E o traço em comum entre elas é que sempre trazem produtos emocionantes. A boa e grande notícia é que o braço esportivo da Fiat desembarca agora no Brasil com nada menos que o “pocket rocket” (o famoso foguete de bolso) Fiat 500 Abarth. Tendo como base o 500 já à venda no Brasil, o modelo tem como maior destaque, além da aparência, o motor de 167 cavalos.

A Fiat Automóveis sempre se destacou pelos carros esportivos derivados de seus produtos de linha. Já mexeram com os instintos desportivos dos brasileiros os 147 Rallye e Racing, os Unos “R” e Turbo, o Tempra Style, o Marea Turbo e, acelerando, a história fica longa. O novo 500 Abarth vem se juntar a essa trajetória de grande sucesso e fará a alegria de muitos sortudos.

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Por enquanto, os lotes importados do México, onde é produzido, serão pequenos, por isso a “briga” vai ser grande entre os interessados. Visualmente, o modelo se destaca pelas asas laterais, spoilers, para-choque saliente para acomodar o radiador maior e as diversas faixas. Atrás, aerofólio e dupla saída cromada de escape, que deixa o modelo com um ronco bem provocador. As rodas acompanham o estilo agressivo, com aros de 16 polegadas e pneus 195 de baixo perfil.

Por dentro, bancos esportivos envolventes e um novo painel que, mesmo aproveitando o antigo design arredondado, é completo e destaca um “satélite” que é o conta-giros à esquerda do volante. O interior, sem perder o luxo e conforto, dá prioridade ao estilo esportivo e arrojado. O volante em couro com costuras em vermelho, além de bonito, tem uma ótima pegada. O espaço? Até leva quatro, mas o gostoso é no máximo com dois.

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Pisando fundo

Acelerando, o foguetinho surpreende positivamente. É realmente um esportivo muito legal. O bom desempenho vem do motor 1,4 litro de 16 válvulas, com turbo compressor. Esse motor equipa outros carros da Fiat Automóveis no Brasil, a linha T-Jet e diversos carros da marca na Europa, além de carros da Lância e Alfa Romeo.

O propulsor desenvolve 167 cavalos de potência máxima e um torque máximo de 23 kgfm é distribuído numa faixa de rotação entre 2.500 e 4.000 rpm. Isso proporciona excelente agilidade nas acelerações e retomadas de velocidade.

Andando na pista de Goiânia, o 500 Abarth atingiu a velocidade máxima de 214 quilômetros por hora e acelerou de 0 a 100 km/h em apenas 6,9 segundos. Um dos segredos desse ótimo desempenho está, além da engenharia do motor e câmbio, no turbo com pressão máxima de incríveis 1,24 bar, resultando em uma maior quantidade de ar nos cilindros e, por consequência, mais potência e torque.

O câmbio manual de cinco marchas proporciona um ótimo “casamento” com o motor, destacando-se nas marchas intermediárias.

Na verdade, a parte de suspensão e freios foi toda refeita e, em relação ao 500 que temos hoje rodando nas ruas brasileiras, nada é igual. O carro foi todo reprojetado. Suspensões, molas, amortecedores e barras estabilizadoras foram redimensionadas para garantir maior estabilidade.

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Andando como carro de corrida na pista de Goiânia, passou muita segurança e precisão. Assim como a suspensão, os freios tiveram que ser ampliados, afinal o desempenho é muito mais elevado que o do 500 normal. Um destaque muito atraente são as pinças da cor vermelha, que ainda dão mais esportividade ao modelo.

O Fiat 500 Abarth vem muito bem equipado com sete air bags (dois frontais, dois Side Bags, dois Window Bags e Knee Bag), freios ABS com EBD (Electronic Brake-force Distribution), ESS (Emergency Stop Signal), ESC (Electronic Stability Control), TCS (Traction Control System) e TTC (Torque Transfer Control).

Claro que todas essas ferramentas eletrônicas, que visam sobretudo a segurança, foram reajustadas. O motorista também pode escolher três níveis de controle eletrônico de estabilidade, configuráveis através da tecla ESC. Quando se aciona a chave de ignição, o ESC automaticamente assume o primeiro patamar, com todos os controles ligados.

Nessa configuração, o ESC foi calibrado para manter a trajetória do veículo, atuando nos freios caso a eletrônica identifique um escorregamento de algum pneu e, se necessário, ele até reduz a potência do motor. Se o motorista optar por desligar o sistema, apertando a tecla ESC, a assessoria eletrônica de estabilidade entra no segundo modo, alertado pela inscrição “ESC off”.

Os níveis de escorregamento dos pneus são ampliados, aumentando a integração com o motorista. Mas caso se queira ter uma direção quase de carro de corrida, é só apertar e segurar a tecla ESC por mais de 10 segundos, e o controle eletrônico de estabilidade se reduz quase à margem zero, deixando o carro mais arisco e passando tudo para a responsabilidade do “piloto”.

Nesse caso, é melhor apertar a tecla “Sport”, no painel logo abaixo do rádio, aumentando assim, o desempenho. O preço? Somente R$ 79.300,00. E por que somente? Porque felicidade não tem preço.

 


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