Nova Ford Ranger ganha design mais bruto

A primeira picape média do mercado nacional, a Ford Ranger, chegou em 1994 importada dos Estados Unidos, onde já era um sucesso de vendas. No ano seguinte começou a ser produzida no Brasil e ganhou a companhia da líder de vendas, a Chevrolet S10. Desde lá, há 15 anos, é uma das melhores picapes do nosso mercado. A marca americana tem um histórico mundial de sucesso com picapes. Foi ela que inventou o segmento de picapes e a F100 foi durante décadas o veículo mais vendido nos Estados Unidos, na frente de sedans e minivans, carros tão apreciados pelos norte-americanos.

“A Ford é reconhecidamente a marca que mais sabe fazer picapes e a Ranger é um dos ícones desse prestígio, com mais de 6,5 milhões de veículos produzidos no mundo”, destaca Marcos de Oliveira, presidente da Ford Brasil e Mercosul.

A nova geração ganha uma nova frente, seguindo a tendência adotada pela marca para todos os utilitários, bem ao estilo do Ford Edge. Com uma enorme grade cromada na dianteira, tem também como destaque os grandes e competentes faróis. Esses novos conjuntos ópticos conjugam dois refletores de tamanhos diferentes, que produzem um facho luminoso homogêneo e de maior alcance na frente e nas laterais. O novo design no capô e o pára-choque, em aço e também cromado, nas versões topo de linha, dão ao conjunto, uma aparência forte e robusta. Segundo os engenheiros da marca, após pesquisas, chegaram à conclusão que os proprietários destas picapes querem pára-choques fortes e robustos.


A lateral tem novo perfil sem vincos na linha de caráter, deixando a superfície “limpa”. Os pára-lamas e as caixas de rodas em aço são integrados em peça única, sem enfeites ou adereços. Novos estribos, novas maçanetas ergonômicas e os retrovisores amplos reforçam o design forte e mais limpo da nova Ranger. Na traseira, as lanternas aumentaram, o que deu a impressão de ser maior. As rodas de liga leve, de 16 polegadas, têm novo desenho. No interior, a nova Ranger sofreu poucas mudanças. Agora é toda preta por dentro, o quadro de instrumentos conta com novo grafismo, computador de bordo, de fácil leitura, com informações como pressão do turbo, altitude, autonomia, velocidade média, consumo médio e também tensão da bateria – útil principalmente para quem instala equipamentos auxiliares, como guincho, som ou faróis adicionais no veículo, e precisa monitorar o consumo de energia. Os freios com ABS nas quatro rodas é equipado com acelerômetro longitudinal, que otimiza a frenagem no modo 4×4. E entre outros diversos equipamentos muito úteis, como o fechamento automático das portas após os 20 km/h, a Ranger conta com um auxilio extra de grande valor, o aviso sonoro de estacionamento, instalado na traseira. Para veículos deste tamanho deveria ser obrigatório. Em relação aos motores não houve alteração em relação à versão anterior, e a Ranger continua contado com uma motorização a diesel e outra a gasolina: 3.0 16V PowerStroke Turbo Diesel Electronic, com torque de 380 Nm e potência de 163 cv e o 2.3 16V Duratec High Flow a gasolina, com cabeçote, bloco e cárter em alumínio, com torque de 217 Nm e potência de 150 cv. Até o final do ano, a Ranger vai ganhar uma caçamba maior, de sete pés, ou seja, 2,13 metros. A atual tem 5 pés, 1,5 metros. A nova Ranger teve uma significativa redução de preço, começando em R$45.900 para a XL cabine simples até a mais cara, a Limited, que custa agora R$96.730. Antes custava quase 104 mil reais.


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