Junho será negro para a indústria automotiva

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O mês de junho promete ser um dos mais difíceis para a indústria automotiva. Aproximadamente 35 mil empregados devem ganhar “descanso” e milhares de carros deixaram de ser produzidos. Em relação aos cinco primeiros meses do ano passado, as vendas caíram mais de 25%. De abril para maio, a queda é de 2,5%. A General Motors do Brasil vai dar o mês de junho de férias coletivas e deixaram de produzir oito mil automóveis. Mesmo com o “carnaval” de promoções que a marca americana promove, o seu estoque é de mais de 80 mil carros. A Mercedes Benz também vai dar quinze dias de “folga” para os seus sete mil funcionários, que produzem caminhões e ônibus em São Bernardo do Campo. Pelo menos 500 funcionários devem ser demitidos. A Ford, na Bahia, os funcionários voltam no inicio de junho, após dez dias de paralização. A Scania vai deixar seus mais de três mil empregados em casa na primeira semana do mês e a Fiat Automóveis, em Minas Gerais, vai parar de 8 a 12 de junho. No Paraná, a Volvo continua parada e sem data para retornar. Em todas, haverá demissões.

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