Nova Ranger ganha mais tecnologia e conforto

A Ford começa a vender em agosto a nova picape Ranger. As alterações externas foram pequenas, mas ganhou muito em tecnologia e dirigibilidade. Segundo a fabricante, a nova Ranger chega sem aumento de preço e custa entre R$ 147 mil e R$ 189 mil.
A Ranger chegou ao mercado brasileiro em 1994, importada dos Estados Unidos, e começou a ser fabricada em 1997 na Argentina, principalmente para atender o mercado brasileiro. Na época não tinha concorrentes, pois a Chevrolet S10 chegaria no meio do ano de 1995.
As mudanças externas na Ranger ficaram por conta da grade, para-choque, faróis principais e de neblina redesenhados e nova pintura na roda de 18 polegadas. A Ford acabou com a versão com motor flexível e concentra a sua atuação em três versões e nos motores a diesel: Duratorq 3,2 litros, de cinco cilindros, com 200 cavalos e o 2,2 litros de 160 cavalos. De série, todos os modelos contam com o AdvanceTrac, composto por controle eletrônico de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa, controle automático de descida, assistência de frenagem de emergência, luzes de emergência em frenagens bruscas, controle de oscilação de reboque e os exclusivos sistema anticapotamento e controle adaptativo de carga, além de diferencial traseiro blocante eletrônico.
Duas novidades vão garantir muito mais segurança e conforto: o assistente autônomo de frenagem com detecção de pedestres funciona em velocidades de 5 km/h a 80 km/h, com o auxílio de duas câmeras e um radar. Ao identificar um veículo parado ou pedestre à frente, ele emite um alerta para o motorista e prepara os freios para uma frenagem rápida. Se o motorista não realizar nenhuma ação, ele aciona os freios automaticamente para evitar ou reduzir os danos de uma colisão; outro sistema, utilizando as mesmas câmeras, é o de reconhecimento de sinais de trânsito, alertando o motorista sobre os limites de velocidade.

Rápida avaliação

Dirigir a nova Ranger surpreende pelo conforto, silêncio e dirigibilidade. Desde muito tempo, as picapes deixaram de ser aqueles veículos abrutalhados e estão cada vez mais próximos da dirigibilidade e segurança dos veículos “leves”. O desempenho também é muito bom. Em termos de conjunto, até então no mercado nacional, a VW Amarok nadava de braçada. Agora ganhou uma concorrente à altura.

Bem equipada

Mesmo com essa grande evolução, todas as versões da Ranger mantém o mesmo preço praticado na linha 2019. A versão 2.2 XLS agora vem com ar-condicionado digital de duas zonas, central multimídia SYNC 3 com tela de 8 polegadas, painel configurável com duas telas de 4,2 polegadas e novos faróis de neblina. Tem ainda sete airbags, câmera de ré e rodas de liga leve de 17 polegadas. Ela parte de R$128.250 na versão 4×2 automática, e oferece também as opções de tração 4×4 com transmissão manual (R$147.520) ou automática (R$154.610).
A versão XLT 3.2, com tração 4×4 e transmissão automática, conserva o preço de R$176.420. Além de bancos de couro, ela acrescenta itens como sensor de chuva, monitoramento individual de pressão dos pneus, faróis automáticos, estribos plataforma e detalhes cromados.

 

Já a versão de topo 3.2 Limited passa a vir com faróis baixos de xênon com luz diurna de LED, farol alto automático, sistema de acesso sem chave e botão de partida Ford Power, tampa traseira com travamento elétrico e rodas de 18 polegadas com acabamento exclusivo. Pelo preço inalterado de R$188.990, ela introduz também sistema autônomo de frenagem com detecção de pedestres, reconhecimento de sinais de trânsito e monitoramento individual de pressão dos pneus, continuando a oferecer ainda itens como piloto automático adaptativo, sistema de permanência em faixa e sistema de personalização da luz ambiente com sete cores.

Novas tecnologias

A nova Ranger 2020 reforça a proposta de oferecer tecnologia com propósito, trazendo recursos que facilitam a vida do usuário e criam uma nova experiência com o veículo.
O assistente autônomo de frenagem com detecção de pedestres funciona em velocidades de 5 km/h a 80 km/h, com o auxílio de duas câmeras e um radar. Ao identificar um veículo parado ou pedestre à frente, ele emite um alerta para o motorista e prepara os freios para uma frenagem rápida. Se o motorista não realizar nenhuma ação, ele aciona os freios automaticamente para evitar ou reduzir os danos de uma colisão.

O sistema de reconhecimento de sinais de trânsito usa as mesmas câmeras para rastrear as placas na pista, alertando o motorista sobre os limites de velocidade. O objetivo dos dois sistemas é proporcionar uma direção mais segura e tranquila.

Projeto global

A nova Ranger 2020 é resultado de um projeto global liderado pela Austrália, unindo a experiência dos times de design e engenharia da Ford do Brasil, Argentina, África do Sul, Tailândia, Alemanha, Reino Unido e Estados Unidos. Além da Argentina, ela é produzida na África do Sul, na Tailândia e nos Estados Unidos, onde voltou ao mercado este ano após um hiato de oito anos.
A Ranger foi lançada na América do Sul em 1994, importada dos Estados Unidos, e em 1997 começou a ser produzida na Argentina. Desde então, já vendeu mais de 400 mil unidades na região – sendo cerca de 285 mil da nova geração global, lançada em 2012. Em 2018, foi a segunda picape média mais vendida na região.
“A nova Ranger traz um profundo refinamento, um impacto grande no design, do ponto de vista técnico e de equação de valor para o consumidor, no qual dá um salto enorme, oferecendo mais por menos. É um ganho considerável no custo-benefício, não só na hora da compra mas também na manutenção, para esse consumidor exigente que conhece o mercado e o produto. Por isso dizemos que ela está três anos à frente da concorrência”, diz Rogelio Golfarb, vice-presidente de Assuntos Corporativos, Comunicação e Estratégia da Ford América do Sul.

 


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