A renovação de um clássico

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Cerca de 40 anos após a estreia da Classe S, os colaboradores da fábrica da Mercedes-Benz em Sindelfingen (Alemanha) já produziram a primeira unidade da sexta geração desta série de modelos. Em 2012, o Classe S foi mais uma vez o sedã de luxo mais vendido no mundo. Como a demanda pelo carro se manteve muito alta até o momento em que o modelo foi descontinuado, as modificações na produção tiveram que ser aplicadas ao processo de montagem em curso.

Desde o começo da produção, em 2005, mais de meio milhão de modelos Classe S saíram da linha de montagem em Sindelfingen. Para esta nova geração, haverá três novos modelos além das versões estendida, com curta distância entre-eixos e o Classe S cupê.

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Numerosos novos sistemas tornam a nova Classe S ainda mais segura e confortável. Em dez anos, graças à “Tecnologia Eficiente”, a Mercedes-Benz conseguiu reduzir quase pela metade o consumo de combustível na categoria com 150 kW de potência (aproximadamente 203 cv), atingindo 4,4 litros por 100 quilômetros rodados (22,7 km/l). A nova geração da Classe S, mais uma vez, chega com um coeficiente de arrasto aerodinâmico muito melhor. Com índice 0,24, ele passa a ser referência na categoria. Outros acertos de aerodinâmica permitiram que o S 300 BlueTEC HYBRID fosse um passo mais adiante, alcançando um CD = 0,23.

O novo modelo é o primeiro carro produzido em série no mundo a não utilizar mais lâmpadas tradicionais – apenas LEDs. Isto é uma forma de iluminar o caminho para o futuro. A grade do radiador da nova Classe S é uma interpretação simbólica de atitude confiante e ambição pela liderança. Maior do que nunca, ela está mais verticalizada e tem uma forte aparência tridimensional. Com o S 400 HYBRID, S 500, S 350 BlueTEC e S 300 BlueTEC HYBRID, a nova Classe S é oferecida em duas versões híbridas, uma a gasolina e outra a diesel.


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