Queda no número de atropelamentos

 

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O número de acidentes envolvendo pedestres vem reduzindo nas rodovias concedidas do Estado de São Paulo. No primeiro semestre deste ano, houve uma queda de 23,6% nos atropelamentos. Foram 295 ocorrências registradas de janeiro a junho, enquanto que, no mesmo período do ano passado, os casos chegaram a 386. A redução do número de mortes foi maior ainda, com queda de 29,7%. Houve registro de 92 vítimas fatais no primeiro semestre deste ano ante 131 no mesmo período de 2014.

 Embora represente apenas 1,83% do total de acidentes nas rodovias concedidas do Estado, o atropelamento de pedestres é responsável por 30,88% das mortes ocorridas na malha, sendo uma preocupação constante devido a sua gravidade. A ARTESP monitora sistematicamente esses acidentes nos 6,4 mil quilômetros sob concessão e as ações realizadas pelas 20 concessionárias, como construção de passarelas, reforço de sinalização e campanhas de conscientização dos usuários.

Desde o início das concessões, em 1998, foram instaladas 181 passarelas em trechos urbanos das rodovias. Além dessas intervenções físicas, campanhas educativas fazem parte das ações anuais das concessionárias. Além de implantar as passarelas, é fundamental que realizem ações para conscientizar a população sobre como e onde atravessar as rodovias de modo seguro. 

Veja algumas dicas de segurança da ARTESP para os pedestres:

– Utilize sempre a passarela ou dispositivos com passeio para pedestre (como pontes/viadutos ou passagens inferiores) para realizar a travessia em uma rodovia;

– Caso não haja esses dispositivos, procure pontos de travessia segura, com sinalização da travessia;

– Nunca realize a travessia das pistas próximo de curvas, descidas e subidas. O pedestre deve lembrar que ele tem de ser visto pelo motorista a uma distância bem longa;

 – Evite andar pelo acostamento ou junto à rodovia, pois um motorista que perde a direção tem a tendência a jogar o veículo sobre o acostamento;

 – Utilize sempre roupas que chamem a atenção, roupas pretas, por exemplo, à noite tornam o pedestre “invisível” ao motorista;

 – É muito importante ressaltar que, apesar do veículo estar com o farol aceso, nem sempre a luminosidade está atingindo o pedestre de forma a deixá-lo visível. Geralmente, quando o pedestre se torna visível ao motorista, o veículo já está muito próximo, tornando-se muito difícil a frenagem antes de atingir o pedestre.


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