Fusion EcoBoost: muito bom de acelerar, ótimo para andar


O Ford Fusion sempre foi um carro muito agradável de dirigir, não é a toa o seu sucesso de vendas, mas mantinha aquela tradição de carro americano, muito mole e que muitas vezes  prejudicava a estabilidade. Graças a Deus, esse conceito foi por agua a baixo e a própria engenharia americana, não só da Ford, está seguindo a tendência europeia, que permite carros firmes, estáveis, de boa dirigibilidade, sem perder em nada o conforto. Além de um design belíssimo, inspirado na nova tendência da Ford em todo o mundo e que remete aos ingleses Aston Martin, o novo Fusion supera as expectativas até dos mais otimistas. O carro ficou muito melhor que o anterior, em termos de estabilidade, dirigibilidade e prazer de condução.
A nova suspensão traseira, ControLink, absorve  com a estabilidade, os impactos e sem abrir mão da estabilidade e, obviamente, da segurança. A suspensão dianteira, com braços de alumínio, também contribui para o conjunto. Os amortecedores com válvulas de deslocamento total, proporcionam maior estabilidade, com movimentação suave. As buchas também foram otimizadas para isolar vibrações. Esse conjunto permite uma incrível diminuição dos barulhos externos e vibrações. Mesmo nos severos pisos brasileiros o Fusion dá show, o que poucos carros importados conseguem. Para colaborar com a boa estabilidade, o modelo top conta com a tração 4×4, AWD, que ajuda muito no controle do carro em pisos molhados ou escorregadios.


Quando se destaca a superação positiva da marca americana com o novo Fusion, uma das maiores surpresas está na motorização. O motor de dois litros (não torça o nariz, porque vai ter que destorcer e, depois de um teste drive, vai elogiar) com a tecnologia EcoBoost, tem um desempenho similar ao V6. Ele combina um turbo de última geração com injeção direta de combustível e duplo comando de válvulas variável, independente na admissão e escapamento, para oferecer dirigibilidade excepcional com economia de combustível. Isso, simplificando, faz o motor oferecer ao motorista 240 cavalos de potência máxima e torque de 34,7 kgfm. É bom? Não, é muito bom. E apesar disso, ainda consegue fazer médias de 9,1 km/litro de gasolina comum, num misto de rodovias e cidade.

 O câmbio é um automático de seis marchas, com possibilidade de trocas manuais na alavanca ou, mais esportivamente, nas borboletas atrás do volante.(antônio fraga)


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